O pipeline começa no Discord. Não em um Google Forms.
O candidato não tem nada para preencher, nada para compartilhar, nenhuma conta para criar. Ele entra no seu servidor Discord — e já está no seu pipeline. O bot Game Org escuta a chegada, cria automaticamente um candidato com status «Novo» e empurra o cartão em tempo real para a tela de todos os recrutadores conectados. A conversa de qualificação acontece no Discord, naturalmente. O recrutador preenche a ficha de entrevista depois, quando tem as informações. E se o Bot de boas-vindas estiver conectado na entrada, o recém-chegado já preencheu o seu pré-formulário no Discord: as respostas dele ficam anexadas ao cartão, e o recrutador começa com contexto em vez de uma página em branco.
- Zero atrito para o candidato — sem conta para criar, sem formulário público, sem link enterrado em um canal sob três pings
- Atualização ao vivo — assim que um jogador chega, o cartão dele aparece na hora na tela de todos os recrutadores conectados, sem recarregar a página
- Sem dupla digitação entre recrutadores — a lista compartilhada evita que dois oficiais tratem a mesma ficha em paralelo
- Três status claros — Novo, Ficha preenchida, Recandidatura. O recrutador vê num relance onde está cada candidato.

Os reincidentes não escapam pelas malhas.
Um ex-membro que saiu batendo a porta e volta a se candidatar sob outro nick, um recusado há seis meses que tenta de novo sem dizer, um jogador classificado como «Friendly» que agora quer entrar de verdade: na maioria das ferramentas, nada disso aparece. O Game Org faz o matching pelo identificador Discord, não pelo nick exibido. Uma troca de nome não esconde mais nada. Então a tag «Recandidatura» aparece — um sinal neutro e factual: essa pessoa já tem um dossiê com vocês, olhem o histórico dela antes de decidir.
- Matching pelo ID Discord, insensível a trocas de nick, avatar ou servidor
- Histórico anexado automaticamente — todos os dossiês anteriores (aceitos, recusados, Friendly) a um clique no cartão
- Tag «Recandidatura» — um sinal neutro: essa pessoa já se candidatou antes. O recrutador abre o histórico e decide com todo o contexto.
- Sinalização de risco — para orgs competitivas, um campo dedicado no dossiê marca um perfil duvidoso, rastro preservado para a próxima candidatura

Sua org decide o que é «estar pronta».
No Game Org, uma recruta aceita não entra diretamente em uma seção operacional. Ela entra em uma trilha de integração cujos passos são definidos pela sua org. Formações a seguir, treinamentos a validar, número mínimo de eventos, entrevista de meio de trilha: você fixa o nível de exigência. Enquanto os passos obrigatórios não estiverem todos marcados, a recruta permanece em «Em Formação» com sua barra de progresso visível. Assim que estiverem, ela passa para «Prontas» e a designação se torna possível.
- Passos obrigatórios configuráveis pela org — formações, treinamentos, limiares de eventos, validações manuais
- Três quadros de acompanhamento — Em Formação (ainda há caixas para marcar), Prontas (todos os passos validados, designação disponível), Designadas (já operacionais)
- Progresso visível — barra de progresso e badges por passo. Um oficial vê num relance o que está bloqueando.
- Duplo gate — ficha de entrevista validada por um recrutador E passos de integração todos marcados. A trilha é deliberadamente lenta — é um argumento de seriedade.

Para a recruta, a home vira um GPS de integração.
Um novo membro que chega numa org de gaming costuma perguntar no DM: «então… o que eu faço?». O Game Org responde no lugar dela. Enquanto um membro está em status de recruta, sua página inicial não mostra o perfil clássico — mostra um widget dedicado: checklist de passos, progresso ao vivo, contador de eventos, CTA direto para a formação. Ela sempre sabe o que falta marcar. No dia em que é designada, o widget desaparece sozinho e a home padrão assume — transição silenciosa, sem ação dela.
- Widget dedicado na home para as recrutas — swap automático ao detectar o status (grau de recruta + sem seção)
- Checklist viva — cada passo passa de «pendente» para «validado» em tempo real, sem refresh
- CTA embutido — botão direto «Solicitar formação» que leva a recruta ao módulo de Formação apropriado
- Troca automática — no dia da designação, home clássica. A recruta não faz nada, nem percebe.

A ficha de entrevista é você quem constrói. Sem escrever uma linha.
A maioria das ferramentas impõe o questionário delas, ou te joga num Google Forms desconectado do resto. O Game Org integra um estúdio de formulários: você monta sua ficha de entrevista pergunta por pergunta, arrastando e soltando, sem tocar numa linha de código. Dez tipos de campos, seções, regras de validação, uma prévia em tempo real do que o recrutador vai ver exatamente. E você não fica preso a um único formulário — cria quantos tipos de recrutamento tiver, cada um com suas próprias perguntas.
- Arrastar e soltar, zero código — adicione, reordene, duplique ou exclua cada pergunta com o mouse; o separador de seção estrutura as fichas longas
- Dez tipos de campos — resposta curta, parágrafo, email, link, sim/não, escolha única, múltipla escolha, data, inteiro, decimal — cada um com suas regras (obrigatório, mín/máx, opções, placeholder)
- Quantos formulários você precisar — uma ficha para pilotos, outra para infantaria, uma leve para recrutamento expresso: crie sem limite, defina uma como padrão, arquive o resto
- Prévia ao vivo + modelos prontos — mude para «Prévia» para ver o formulário exato do recrutador; parta de um modelo Game Org duplicável em vez de uma página em branco

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