Você compõe com o que seus membros realmente conseguem cobrir.
Tudo começa no membro. Cada um declara seus personagens — classe, especialização, reino, nível, profissões —, define o principal e, sobretudo, informa os papéis que consegue cobrir numa saída, inclusive os que não costuma jogar. O tank reserva que não ousa dizer no voz, você descobre na ficha, não na hora em que falta um tank.
O nível de equipamento é declarado pelo membro ou importado do export SimC dele — nada de sincronização mágica com o jogo, o dado vem dele.
- Vários personagens por membro, com um principal definido
- Papéis cobríveis declarados, além do habitual
- Equipamento declarado ou importado por arquivo SimC
- Atividade visível: saídas, taxa de presença, próximo compromisso

Seus rosters, de uma vez — não antes de cada saída.
Um roster não é uma lista de presença, é um time: quem faz parte, com qual personagem, em qual posição. O Planner os mantém em dia grupo por grupo, com as posições que você definiu — DPS à distância, DPS corpo a corpo, curandeiro, suporte, ou o vocabulário do seu jogo.
Para cada membro posicionado você vê o personagem, a classe e a spec, o que ele também consegue cobrir e a pontuação. Alvo e composição real se comparam de relance: você sabe que falta um curandeiro antes mesmo de abrir o calendário.

A cada saída: quem vem de verdade, e isso se sustenta?
No dia da saída, o Planner abre pelos inscritos. Você valida a lista e a taxa de cobertura diz na hora se a composição se sustenta: quantos posicionar, quantos seguem sem papel, onde estão os buracos.
É o momento em que a maioria das orgs descobre o problema tarde demais. Aqui ele aparece enquanto ainda dá para chamar alguém.

O mapa tático se mexe ao vivo, para todo mundo.
A composição vai para um mapa: seu fundo de zona, suas peças, suas sequências. Um briefing se organiza em etapas — fase um, fase dois, o burn — que você duplica e percorre como slides.
E é tempo real de verdade: vários oficiais podem construir o mapa ao mesmo tempo, cada movimento é mesclado e redistribuído aos outros. Um membro que só consulta o mapa o vê se mexer enquanto vocês o montam. Ninguém espera a exportação de um print.
- Sequências e etapas: um briefing se desenrola, não cabe numa imagem
- Fundo de mapa próprio, reenquadramento, ângulos de visão
- Edição simultânea, mesclada no servidor
- Visível ao vivo até para quem só assiste
- Exportação para compartilhar fora do app

Modo apresentação: três ferramentas que conduzem a atenção.
Na hora de explicar, a interface some e restam o mapa e três ferramentas. São elas que separam isso de qualquer quadro branco colado ao lado do seu Discord.
O lápis efêmero — você traça o deslocamento, o traço fica o tempo de ser lido e depois se apaga sozinho, recuando a partir do ponto de partida. Nada para limpar, nada que se acumule, e o traço nunca entra no documento: nem salvo, nem exportado. O ping aponta um lugar sem desenhar nada. O holofote destaca uma peça e deixa as outras na penumbra — «esse sai primeiro» fica óbvio sem uma frase.
Essas três se usam enquanto você compartilha a tela no voz: elas conduzem a atenção de quem está olhando.

MMO ou militar: um modo, escolhido conforme seu jogo.
O Game Org não impõe um jeito de montar uma operação. A composição de operações tem dois modos, e sua org ativa só um: o Planner para raids e saídas de MMO, o Mission Control para unidades que pensam em ordem de batalha e missões militares. Os dois se apoiam no módulo Eventos.
Se você monta operações de Star Citizen, sessões milsim ou RP estruturado, olhe para o Mission Control — ele conta a mesma exigência com o vocabulário do seu universo.
O mapa tático não é exclusivo do Planner: os dois modos têm. O que muda é a gramática ao redor — rosters e composições de um lado, ordem de batalha e missões do outro.

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